terça-feira, 25 de março de 2014

Didática I - Faculdade de Educação - Universidade Federal da Bahia.


Adaptação do livro de Ziraldo - Direção de André Alves Pinto e César Rodrigues - 2010.

Maluquinha porque revoluciona os métodos de ensino da década  de 40, porque converte o ensino e o aprendizado em PRAZER E ENTENDIMENTO DE MUNDO.

"Coisas novas para entender a vida..."
" Isso é aula de que..."
"Sala de aula pode ser o mundo..."

# Regras, regulamentos, métodos de ensino, currículos aprovados pelas secretarias de educação...??? Para que mesmo???

??? Onde fica a valorização dos conhecimentos prévios de cada aluno, como tornar assim significativa essa aprendizagem???

Vanguardista X Tradicionalismo
Simpatia X Rispidez
Educação X Igreja

VEJAM LINDO FILME.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

CURSO DE FORMAÇÃO DE MEDIADORES: 3ª BIENAL DE ARTES DA BAHIA


             Descoberta – Invisibilidade – Contemporâneo – Resistência



 Cinco imagens e quatro palavras inúmeros signos e um corpo que se configuram numa única obra.
Após horas de observação e construção de releituras e links, mergulhado numa luta contra a inercia que toma o meu corpo frente ao novo, vão surgindo referencias a partir da relação que estabeleço com o mundo contemporâneo.

Numa sociedade que se transforma tão rapidamente, com avanço tecnológico e científico e que ao mesmo tempo se questiona sobre seus valores e futuros, a obra congela um pensamento reinventando outros tantos submundos.

Um olhar a partir do viés que me desconcerta quebrando a modelo mental já estruturado pela educação tradicional a qual fui acometido, daí surge à estranheza frente à obra que de forma muito automática estabelece uma relação corporal nova, aproximando minha realidade cultural, meu cotidiano com a obra e a fruição se dá a partir dessa comunicação. Como pontuo a professora Fabiana Dutra “sair do estado inerte do corpo”, sobre a identificação que nos aproxima da obra buscando afinidades que nos situa ou não daquilo que nos parece familiar.


Partido do pressuposto que uma das funções do mediador é criar ponte entre publico e obras de arte e entendendo o papel da arte independente de linguagem como o de favorecer sensações a partir do “NOVO MUNDO”, inventado pelo artista refeito de palavras, sons, traços cores, gestos, movimentos, formas, massa e volume. Citarei três situações onde o publico em contato com a obra será estimulado (pelo mediador) a ver este novo mundo com base em seus conhecimentos prévio e suas crenças.

1 – Apresentar num âmbito geral a exposição e sua historia, buscando estabelecer pontes sobre quem é o artista e a época de criação da obra, e permitir que o público tenha contato, acesse a obra á sua frente. Considerando O NOVO como terreno de busca de significações para cada visitante e não de resposta e significações prontas.

2 – Diálogos e fruições: estimular o público a verbalizar o que ver, ou que sente e numa linguagem acessível e juntos (obra de arte X mediador X público) ir reconstruindo olhares e signos desse mundo criado pelo artista, e o que dele dialoga com o meu mundo.

3 – Após fazer o público viajar para longe da inércia dos pensamentos pré-estabelecidos, estimular uma breve e livre explanação de suas fruições, o auxiliando a entender a arte como livre de olhares e sensações que reverbera na aparição de outros tantos mundos inventivos.

Atividade proposta no dia 16 de fevereiro de 2014.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

CURSO DE FORMAÇÃO DE MEDIADORES: 3ª BIENAL DE ARTES DA BAHIA

No exercício da FRUIÇÃO

.
1950


(SEM TITULO) - ALFREDO VOLPI

Perfeitamente Centralizado, sobre o fundo retangular em cor cinza, o autor nos apresenta formas triangulares em quatro colunas, sendo uma composta por três triângulos utilizados como base na horizontal e na posição vertical uma coluna em cor preta configurada em equilíbrio e as duas ultimas harmônicas e amarelas.
O grande impacto visual da obra se dá devido à plasticidade das cores que evidenciam a variação de textura e movimento, sobretudo na coluna vertical preta e as demais formas de cor cinza que surgem na composição.

O autor tem como forte característica em suas obras a representação de casarios, bandeirinhas de festas juninas e a exploração de formas geométricas.


Entre 1915-1916





(O HOMEM AMARELO) – ANITA MALFATTI
A obra representa a figura humana, homem de traços faciais fortes, certamente marcados pelas ocorrências de sua vida. Num paralelo entre a fisionomia deste personagem e as influencias cubistas e expressionistas pela qual passou a autora, interpreto a obra por uma perspectiva onde a fusão suprema do jogo de cores, dos fortes traços e pinceladas ditam quem era o modelo e a época que vivia a artista. 


1965
                               (CUT PIECE) – YOKO ONO 
Carregado de um discurso politico-feminista a performer coisifica seu corpo para tratar de forma muito natural toda violência existente contra o corpo feminino além de revelar na cena instintos sexuais alheios, oriundos de homens e por incrível que possa parecer de mulheres.
A obra impressiona pela pelo estado provocativo do corpo da performer e as reverberações da efervescência sexual do publico da época.
As questões imbricadas na obra já nessa época 1965 demandava uma reconstrução da relação estabelecida entre performer X publico, pergunta X resposta, visto que os discursos se tornam ultrapassados diante da conquista de direitos e por mudança de contexto sociocultural. Yoko Ono resolve muito bem essa questão saindo da ideia de repulsa à causa e se debruçando na proposta de criar alternativa para discussão, articulando um discurso estético sobre a mulher contrariando uma visão estereotipada posta no mundo. 



(FLOR DO MANGUE) FRANS KRAJBERG
1965


Nesta obra, o autor se apropria de resíduos encontrados no meio ambiente e faz de sua arte um manifesto. O grito da natureza propõe uma reflexão acerca da preservação do meio ambiente e do planeta.




Atividade proposta no dia 09 de fevereiro de 2014.

sábado, 21 de dezembro de 2013

................... TeMpOrAdA _ 2013 _ EnCeRrAdA ....................

GDC - CABAÇA -BERG - KARDY - SMETAK - UFBA.

O espetáculo Cabaça homenageia o musico suíço Walter Smetak.
Demos um show de competência e profissionalismo frente a ausência de condições digna e respeitosa com a arte primeiramente.






VALEU, QUE VENHA 2014!!!!!
DIREÇÃO:
Carmem Paternostro, Gilsamara Moura
André Rangel.

CORPO DE BAILE:
Ariana Andrade, Berg Kardy
Carol Dias, Carolina Miranda
Fernanda Cristall, Haissa Brandão
Ìndio Medeiros, Leonardo Santos
Matheus Ambrozi, Nicolas Fernandes
Sinha Guimarães, Tailane Bitencourt,
Tâmara Rodrigues, Viola Louise.

COLABORADORES:
Cíntia Sadoyama e Sóter Xavier.

____

Programação MAM_Manifesto

- ESPETÁCULO CABAÇAO Casarão do MAM-BA recebe a apresentação de Cabaça: homenagem a Walter Smetak, do Grupo de Dança Contemporânea da Ufba. Além de uma celebração etnomusical, o espetáculo celebra os 100 anos do compositor suíço.
Onde: Casarão do MAM-BA
Quando: 29/11 (sexta-feira)
Horário: 17

terça-feira, 8 de outubro de 2013

INTERVENÇÃO URBANA
----- ÍnDiO bOcA aZuL -----
ENEARTEVIX2013

************************************ IBA É *************************************



É a ruptura do cotidiano,
É abrangência das ações,
É encontros entre pessoas...
É Invasão, deslocamentos, ocupação,
É pausas, fluxos, acaso e imaginário...
 È dirigem e colorem a dramaturgia,
É o modo experimental de “pensarfazer” arte,
É Índio Boca Azul é um rito contemporâneo.

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IMAGENS: Corvo Torto e Dirceu Mesquita






















tHe EnD...

sábado, 7 de setembro de 2013

(((( O sonho 1932 - Pablo Picasso ))))


Reprodução de O SONHO de Pablo Picasso, no módulo Laboratório de Corpo e Criação I, ministrado pelas Professoras Doutoras Adriana Bittencourt e Ludmila Pimentel, Universidade Federal da Bahia - UFBA 2013.1

((((By Berg Kardy))))
((((Pablo Picasso))))
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Exercitando a transposição do olhar e deixando imbuir pelas vivencias ao vico e a cores.




sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EXTASIANTE CABAÇA

"EQUALIZAR MINHA DANÇA ENTRE SONS, TONS E MICROTONS; MUSICALIZAR, MATURAR, DANÇAR E DEIXAR A CABAÇA FALAR."


Fundado pelo Reitor Professor Edgard Santos sensível apreciador das artes na Bahia, o Grupo de Dança Contemporânea da Universidade Federal da Bahia (GDC-UFBA), Existe, Resiste e Poetiza  a quase 60 anos. O GDC é um projeto dirigido por Leda Muhana (diretora Institucional) que a cada ano convida docentes para assumir a direção coreográfica do grupo. Nomes como Rolf Gelewski, Clyde Morgan, Roger George, Klauss Vianna, Dulce Aquino, Lia Robato, Marcio Maeirelles, Terezinha Argolo dentre tantos outros ja coreografaram o grupo de discentes, estes por sua vez, passam anualmente por uma audição para ingresso no corpo e baile.
Neste ano de 2013, assinam a direção dramatúrgica e coreográfica do grupo as Professoras Doutoras Carmem Paternostro e Gilsamara Moura.
O mais novo trabalho do grupo homenageia os 100 anos do musico suiço Walter Smetak levando para o palco uma celebração etnomusical ilustrada por sons, corpos, cabeça, cabaça, silencio, mandala...
Cabça rito de passagem de natureza forte que estimula o público a mover-se na plateia.
GDC
                          Grupo de Dança Contemporânea da UFBA


>>> miniDOC.DANÇA >>> MEMÓRIAS DA DANÇA AFROBAIANAS

  PROJETO SABERES E FAZERES DE MESTRES E MESTRAS DA DANCA AFROBAIANA @tabepheproduções Larôye!  Como gesto de agradecimento e salvaguard...